quinta-feira, 18 de agosto de 2016

MEDITAÇÕES - XL



O ruído ao silêncio furta o espaço.

Não por tamanha dádiva
evolar-se assim de pronto,
somente é impelida ao coração
duma floresta repleta de sonho.

Em noite de luar cristalino,
a sua canção torna-se audível.

O escutar do primeiro acorde
é razão bastante para o resgate
formar a quietude do primeiro gesto.

Assim como a prova
de águas de inigualável frescura
despertam no ser a busca
pela fonte da sua proveniência.







(Fonte: www.ryanphotographic.com)


2 comentários:

  1. Poema que me trouxe calmaria, reflexão e amor, com uma suavidade ímpar... Lindo!!!!
    Gratidão, poeta.

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  2. Muito obrigado pela visita e pelo simpático comentário =)
    Volte sempre!

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